REZEMOS PELO JAPÃO: A AGÊNCIA METEOROLÓGICA DO JAPÃO (JMA) EMITIU UM ALERTA PARA UM POSSÍVEL TSUNAMI DE ATÉ 1 METRO

O Japão voltou a sentir a terra tremer nesta sexta-feira (12). Às 11h44, no horário local (23h44 de quinta-feira, em Brasília), um novo terremoto foi registrado na costa da província de Aomori, ao norte do país, a uma profundidade de aproximadamente 20 quilômetros. O tremor, embora de menor intensidade que o anterior, reacendeu a preocupação das autoridades e da população que vive em uma das regiões mais sísmicas do planeta.

Notícias da Diocese

12.12.2025 - 02:19:00 | 3 minutos de leitura

REZEMOS PELO JAPÃO: A AGÊNCIA METEOROLÓGICA DO JAPÃO (JMA) EMITIU UM ALERTA PARA UM POSSÍVEL TSUNAMI DE ATÉ 1 METRO

SÉRIE DE ABALOS APÓS TERREMOTO DE 7,5

 

O episódio desta sexta-feira ocorreu apenas quatro dias após o forte terremoto de magnitude 7,5, com epicentro também próximo à costa de Aomori, registrado na segunda-feira (8). Aquele tremor inicial provocou danos materiais, interrupções de energia, evacuações preventivas e levou o governo japonês a emitir um alerta especial para toda a região norte e nordeste do país.

 

Desde então, o arquipélago vem registrando uma sequência de réplicas e novos tremores, um fenômeno comum após abalos de grande magnitude, mas que ainda assim mantém a população em estado de alerta.

 

GOVERNO EMITE ALERTA PARA AMPLA REGIÃO

 

Logo após o terremoto de segunda-feira, o governo japonês, por meio da Agência Meteorológica do Japão (JMA), emitiu um alerta orientando os moradores de uma vasta área — desde Hokkaido, no extremo norte, até Chiba, região situada a leste de Tóquio — a permanecerem atentos. A recomendação reforça a possibilidade de que outro terremoto forte possa atingir a região dentro de uma semana.

 

As autoridades têm monitorado constantemente a atividade sísmica e reforçam que, embora não seja possível prever exatamente quando um tremor irá acontecer, há uma probabilidade elevada de novos abalos significativos devido à instabilidade tectônica atual.

 

REGIÃO É UMA DAS MAIS SÍSMICAS DO MUNDO

 

O Japão está localizado no encontro de quatro grandes placas tectônicas — Filipinas, Pacífica, Norte-Americana e Eurásia — formando o chamado Círculo de Fogo do Pacífico, onde ocorrem cerca de 80% dos terremotos de alta magnitude do mundo. A área de Aomori, em particular, é conhecida por sua elevada atividade sísmica, o que exige planejamento constante, sistemas de alerta eficientes e educação da população para respostas rápidas em emergências.

 

Especialistas destacam que a energia liberada pelo terremoto de 7,5 ainda pode resultar em réplicas por dias ou até semanas.

 

RISCOS DE TSUNAMI E MEDIDAS DE PREVENÇÃO

 

Após o tremor desta sexta-feira, as autoridades avaliaram o risco potencial de tsunami. Apesar de não haver registro imediato de ondas significativas, a JMA reforçou que mudanças repentinas no mar podem ocorrer, especialmente em áreas costeiras baixas. Em diversas localidades, sirenes foram acionadas e moradores chegaram a se deslocar para pontos mais altos.

 

O governo recomenda que a população mantenha kits de emergência, água e mantimentos, fique atenta às orientações da Defesa Civil japonesa e evite retornar às zonas de risco até que haja autorização oficial.

 

REVERBERAÇÃO INTERNACIONAL

 

O novo terremoto chamou a atenção de várias embaixadas, organismos internacionais e países que mantêm grande comunidade de imigrantes no Japão, incluindo o Brasil. A Embaixada brasileira em Tóquio emitiu nota orientando cidadãos a seguirem as instruções das autoridades locais e manterem contato com familiares.

 

O episódio também reacende debates sobre segurança estrutural, políticas de prevenção e avanços tecnológicos no monitoramento sísmico, áreas onde o Japão é uma das referências mundiais.

 

COMUNIDADES EM ALERTA E SOLIDARIEDADE GLOBAL

 

Em diversas regiões, escolas suspenderam atividades temporariamente, linhas de trem foram interrompidas para inspeções e equipes de resgate permanecem mobilizadas. Nas redes sociais, mensagens de apoio e orações se multiplicam, especialmente de comunidades religiosas e grupos de solidariedade ao povo japonês — um país marcado por resiliência diante de desastres naturais.

 

 

 

Fonte Assessoria de Comunicação - Diocese de Juína - MT
Imagem O terremoto que atingiu a costa do japão nesta quinta-feira (11) • USGS
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